domingo, 12 de setembro de 2010

O que é Empatia?

Vivemos em sociedade! É um fato, portanto, passamos grande parte de nossas vidas cercados por outras pessoas, interagindo e dividindo nosso tempo e espaço com elas, por isso, seria muito importante que as pessoas se conscientizassem da necessidade de desenvolverem a capacidade para reconhecer ou compreender o estado de espírito ou a emoção do outro. Muitas vezes, é caracterizada como a capacidade de “colocar-se na pele da outra pessoa”, ou, de algum modo, a experiência das vivencias ou emoções de outro ser dentro de si mesmo.
É importante observar que a empatia não deve ser confundida com compaixão, pois tal sentimento pode ser descrito como uma compreensão do estado emocional de outrem, ou seja, compaixão tem seu foco primário no alivio da dor e sofrimento alheios.
A palavra empatia é derivada do grego “físico, carinho, paixão, parcialidade” e “sensação”. O termo foi adaptado por Teodoro Lipps para criar a palavra Einfühlung alemão ( “feeling em”).
A empatia, ou estado empático, consiste em perceber corretamente através da observação a referência interna do outro com os significados e componentes emocionais que contém, como se fosse a outra pessoa, porém sem perder nunca essa condição de “como se”. A empatia implica, por exemplo, sentir a dor ou o prazer do outro como ele o sente e perceber suas causas como ele a percebe, porém sem perder nunca de vista que se trata da dor ou do prazer do outro. Se esta condição de “como se” está presente, nos encontramos diante de um caso de identificação.
Além disso, tal identificação deve simplesmente reconhecer as suas emoções através da imagem daquilo que vemos. A capacidade de imaginar-se como uma outra pessoa é um sofisticado processo imaginativo. No entanto, a capacidade de reconhecer emoções básicas provavelmente é inata e pode ser alcançado sem querer. Ainda que possa ser treinado, bem conseguida com vários graus de intensidade ou de precisão.
A capacidade humana para reconhecer as sensações corporais de outro está relacionado com cada significado dessas expressões corporais envolvidas,o que torna o fator cultural muito importante nesta capacidade inata para associar os movimentos corporais e expressões faciais, que uma pessoa vê na outra, produzindo os correspondentes movimentos ou expressões de si mesmo . Os seres humanos também parecem fazer a mesma ligação imediata entre o tom de voz e outras expressões vocais e de sentimento interior.
A empatia exige mais do que simplesmente reconhecer no outro, o estado emocional pelo qual ele passa.É necessário que estado empático seja colocado em prática para melhorar o convívio em sociedade, através de ações generosas e compreensivas.
Elaborado por:Luiz Fernando D. Oliveira

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dificuldade de concentração é um problema, mas tem solução

São muitas as tarefas realizadas em um dia de trabalho. Enquanto desenvolvemos uma atividade, o telefone toca, temos de responder a dezenas de e-mails, discutir vários assuntos profissionais com colegas de trabalho e responder as incontáveis chamadas em sistemas de comunicação internos que piscam por todo o dia em nossa tela de computador. Acrescente-se a isso os compromissos urgentes e os problemas pessoais.

Para conseguir cumprir suas metas e a própria demanda do dia a dia, muitos funcionários desenvolveram o hábito de realizar diversas dessas atividades simultaneamente. Porém, se depararam com um problema: a dificuldade de concentração.

Especialistas afirmam que o excesso de atividades simultâneas, assim como fatores externos e internos da vida pessoal ou do ambiente, influenciam o pensamento e contribuem para a distração. Luiz Fernando de Oliveira, psicólogo cognitivo comportamental, explica que isso acontece porque o cérebro humano é incapaz de processar duas ou mais coisas ao mesmo tempo. “Ele pode até receber vários estímulos, mas não tem capacidade de tomar decisões simultâneas.” A afirmação do especialista é baseada em um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. A pesquisa conclui que pessoas que habitualmente se dedicam a mais de uma tarefa ao mesmo tempo distraem-se com grande facilidade e são menos hábeis em ignorar informações irrelevantes do que pessoas que só se concentram em tarefas ocasionalmente.

Os problemas de concentração podem ser causados por diversos fatores, como ansiedade em excesso, preocupação com o trabalho, com a família, com o lado financeiro, social, pensamentos negativos ou alguma dificuldade de aprendizagem. A psicoterapeuta comportamental Claudia Daher Saad adverte que na maioria dos casos o problema não está no organismo da pessoa, mas sim no ambiente, que apresenta um excesso de estímulos.

No entanto, algumas pessoas realmente desenvolvem problemas mais graves, como distúrbio de déficit de atenção, hiperatividade, depressão e estresse. Nestes casos, tratamentos são necessários. Segundo Oliveira, o excesso de dificuldade em realizar determinadas tarefas, como as que exigem uma atenção prolongada, ou manter a atenção enquanto os outros falam, ter pouca persistência, não completar tarefas, desorganização, mudança freqüente de uma atividade para outra quase sempre sem completar a anterior, não conseguir cumprir horários e sofrer lapsos de memória durante uma leitura, diálogo ou conferência, pode auxiliar na identificação de um dos principais problemas: o distúrbio de déficit de atenção. “Esses sinais também podem aparecer em pessoas sadias, mas nos portadores do déficit de atenção são exagerados”, ressalta o psicólogo.
Atitudes simples melhoram produtividade

Na maioria dos casos algumas atitudes simples podem melhorar a concentração e, consequentemente, a produtividade dos trabalhadores. A seguir, diversos profissionais dão dicas que podem ser seguidas no dia a dia.

Oliveira orienta a estabelecer metas e cronogramas. “Se a tarefa durar mais que um dia para ser cumprida, ao final de cada expediente, faça anotações dos aspectos mais importantes para recobrar rapidamente a memória quando reiniciar o trabalho.” Eliminar o máximo possível de distrações externas, como fechar a porta ou desligar a campainha do telefone; reunir todo o material que será utilizado, como livros, documentos e formulários; e fazer intervalos a cada determinado período de trabalho, como de 40 ou 60 minutos, são recomendados. “Essa recompensa por um período de intensa concentração é importante para manter-se produtivo.”

A psicóloga e psicoterapeuta Sandra Colaiori afirma que um ambiente de trabalho saudável contribui para o equilíbrio emocional dos funcionários e aumenta consideravelmente a produtividade dos mesmos. “As pessoas se sentem bem ao fazer um trabalho estimulante, e os problemas pessoais saem do foco de sua atenção. Um ambiente físico e emocional saudável é melhor para todos, e a gentileza entre os colegas faz muito bem para a saúde.” Para focar a atenção em apenas uma atividade, Colaiori recomenda meditação e ioga: “Com a prática, a pessoa aprende a silenciar os pensamentos”. A psicóloga também recomenda a psicoterapia, pois auxilia a pessoa a aumentar a concentração, a lidar melhor com as emoções e a ficar mais atenta.

Cláudia Danielle Ribeiro Pereira, psicóloga especialista em psicoterapia comportamental cognitiva, concorda com Colaiori ao recomendar a prática de técnicas de relaxamento e optar por trabalhar em ambientes calmos, com boas condições físicas e climáticas. Pereira acrescenta à lista: ter uma alimentação saudável, fazer exercícios físicos regularmente, saber administrar o estresse, procurar trabalhar em contato com a natureza, pensar positivamente, optar por jogos de raciocínio, de memória, de lógica e montar quebra-cabeças. ”Ter uma boa noite de sono também é muito importante, pois o corpo e o cérebro precisam descansar.”

Os problemas de concentração também podem ser consequência de uma qualidade de vida ruim. Portanto, estar bem com si próprio, com a vida e com as pessoas que o cercam ajuda o indivíduo a ter uma vida saudável e a melhorar em todos os aspectos. “Para garantir uma boa qualidade de vida, deve-se ter hábitos saudáveis, cuidar bem do corpo, ter tempo para lazer e atividades que façam se sentir bem, que tragam boas consequências (como usar o humor pra lidar com situações de estresse), além de definir objetivos e, principalmente, sentir que tem controle sobre a própria vida. Esses são parâmetros essenciais para se viver bem”, complementa Oliveira.
Reportagem: Monsanto em Campo Newsletter-Qualidade de Vida , Novembro-2009-Edição xxx- Ano IV

terça-feira, 20 de julho de 2010

O que é TCC

A psicoterapia cognitivo-comportamental é uma forma de terapia objetiva, calcada em pesquisas científicas, que procura tratar os sintomas de maneira direta e eficaz, com ênfase no presente. Isto não quer dizer que não sejam tratados aspectos emocionais passados, mas sim que, inicialmente, o foco da terapia é o que mais aflige o paciente, e em grande parte esses problemas são pensamentos, sentimentos e comportamentos que estejam ocorrendo no dia a dia da pessoa. Em muitos casos (como depressão, transtorno do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, entre outros) a pessoa está tão tomada pelo problema que sofre várias alterações no seu dia-a-dia, necessitando uma intervenção mais rápida e ativa para retornar ao seu equilíbrio anterior.
O terapeuta cognitivo-comportamental trabalha em conjunto com o cliente, aplicando e ensinando uma série de técnicas para que a pessoa possa sentir-se melhor, ao mesmo tempo em que adquire autoconhecimento. Os psicólogos cognitivo-comportamentais realizam periodicamente estudos científicos para comprovar a eficácia de suas ações. Devido ao índice de sucesso desses estudos e, principalmente, da melhora de muitas pessoas com o tratamento, é cada vez maior o número de profissionais de saúde que indicam pessoas para esta abordagem. Os médicos cada vez mais reconhecem a importância da TCC e indicam seus pacientes para este tipo de tratamento. Existem, inclusive, vários relatos de pessoas que já fizeram outras formas de psicoterapia, mas que, somente com a TCC, conseguiram sucesso em relação às suas dificuldades.
Se você possui dúvidas em relação à Terapia Cognitivo-Comportamental, procure um profissional da área. Solicite uma avaliação do seu caso e verifique de que forma você pode obter benefícios de uma das mais modernas e, eficazes, formas de psicoterapia existentes na atualidade.
Ligue e marque uma entrevista!
Tel:(13)991417298 Whatsapp (13)991281074